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Eu te espero lá!!!

TIPOS DE DISCURSO


Discurso direto

É aquele que reproduz exatamente o que escutou ou leu de outra pessoa.

Podemos enumerar algumas características do discurso direto:

- Emprego de verbos do tipo: afirmar, negar, perguntar, responder, entre outros;

- Usam-se os seguintes sinais de pontuação: dois-pontos, travessão e vírgula.


Exemplo:

O juiz disse:
- O réu é inocente.



DISCURSO INDIRETO


É aquele reproduzido pelo narrador com suas próprias palavras, aquilo que escutou ou leu de outra pessoa.
No discurso indireto eliminamos os sinais de pontuação e usamos conjunções: que, se, como, etc.


Exemplo:
O juiz disse que o réu era inocente.




DISCURSO INDIRETO LIVRE

É aquele em que o narrador reconstitui o que ouviu ou leu por conta própria, servindo-se de orações absolutas ou coordenadas sindéticas e assindéticas.


Exemplo:

Sinhá Vitória falou assim, mas Fabiano franziu a testa, achando a frase extravagante. Aves matarem bois e cavalos, que lembrança! Olhou a mulher, desconfiado, julgou que ela estivesse tresvariando”. (Graciliano Ramo

UM TIPO DE REDAÇÃO: A NARRAÇÃO

NARRAÇÃO



Narrar é falar sobre os fatos. É contar. Consiste na elaboração de um texto inserindo episódios, acontecimentos.
A narração  difere da descrição. A primeira é totalmente dinâmica, enquanto a segunda é estática e sem movimento. Os verbos são predominantes num texto narrativo.
O indispensável da ficção é a narrativa, respondendo os seus elementos a uma série de perguntas:

Quem participa nos acontecimentos? (personagens);

O que acontece? (enredo);

Onde e como acontece? (ambiente e situação dos fatos).

Fazemos um texto narrativo com base em alguns elementos:

O quê? - Fato narrado;

Quem? – personagem principal e o anti-herói;

Como? – o modo que os fatos aconteceram;

Quando? – o tempo dos acontecimentos;

Onde? – local onde se desenrolou o acontecimento;

Por quê? – a razão, motivo do fato;

Por isso: - a conseqüência dos fatos.

No texto narrativo, o fato é o ponto central da ação, sendo o verbo o elemento principal. É importante só uma ação centralizadora para envolver as personagens.

Deve haver um centro de conflito, um núcleo do enredo.

A seguir um exemplo de texto narrativo:



Toda a gente tinha achado estranha a maneira como o Capitão Rodrigo Cambará entrara na vida de Santa Fé. Um dia chegou a cavalo, vindo ninguém sabia de onde, com o chapéu de barbicacho puxado para a nuca, a bela cabeça de macho altivamente erguida e aquele seu olhar de gavião que irritava e ao mesmo tempo fascinava as pessoas. Devia andar lá pelo meio da casa dos trinta, montava num alazão, trazia bombachas claras, botas com chilenas de prata e o busto musculoso apertado num dólmã militar azul, com gola vermelha e botões de metal.

(Um certo capitão Rodrigo – Érico Veríssimo)

A relação verbal emissor – receptor efetiva-se por intermédio do que chamamos  discurso. A narrativa se vale de tal recurso, efetivando o ponto de vista ou foco narrativo.

Quando o narrador participa dos acontecimentos diz-se que é narrador-personagem. Isto constitui o foco narrativo da 1ª pessoa.

Exemplo:
 
Parei para conversar com o meu compadre que há muito não falava. Eu notei uma tristeza no seu olhar e perguntei:
- Compadre por que tanta tristeza?
Ele me respondeu:
- Compadre minha senhora morreu há pouco tempo. Por isso, estou tão triste.
Há tanto tempo sem nos falarmos e justamente num momento tão triste nos encontramos. Terá sido o destino?


Já o narrador-observador é aquele que serve de intermediário entre o fato e o leitor. É o foco narrativo de 3ª pessoa.
Exemplo:


O jogo estava empatado e os torcedores pulavam e torciam sem parar. Os minutos finais eram decisivos, ambos precisavam da vitória, quando de repente o juiz apitou uma penalidade máxima.
O técnico chamou Neco para bater o pênalti, já que ele era considerado o melhor batedor do time.
Neco dirigiu-se até a marca do pênalti e bateu com grande perfeição. O goleiro não teve chance. O estádio quase veio abaixo de tanta alegria da torcida.
Aos quarenta e sete minutos do segundo tempo o juiz finalmente apontou para o centro do campo e encerrou a partida.

O VALOR DA VÍRGULA!

Pontos de vista

João Anzanello Carrascoza (novaescola@atleitor.com.br)
Ilustração: Biry
Ilustração: Biry
Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de Português quando estourou a discussão.

– Esta história já começou com um erro – disse a Vírgula.

– Ora, por quê? – perguntou o Ponto de Interrogação.

– Deveriam me colocar antes da palavra “quando” – respondeu a Vírgula.

– Concordo! – disse o Ponto de Exclamação. – O certo seria: “Os sinais de pontuação estavam quietos dentro do livro de Português, quando estourou a discussão”.

– Viram como eu sou importante? – disse a Vírgula.

– E eu também – comentou o Travessão. – Eu logo apareci para o leitor saber que você estava falando.

– E nós? – protestaram as Aspas. – Somos tão importantes quanto vocês. Tanto que, para chamar a atenção, já nos puseram duas vezes neste diálogo.

– O mesmo digo eu – comentou o Dois Pontos. – Apareço sempre antes das Aspas e do Travessão.

– Estamos todos a serviço da boa escrita! – disse o Ponto de Exclamação. – Nossa missão é dar clareza aos textos. Se não nos colocarem corretamente, vira uma confusão
como agora!

– Às vezes podemos alterar todo o sentido de uma frase – disseram as Reticências. – Ou dar margem para outras interpretações...

– É verdade – disse o Ponto. – Uma pontuação errada muda tudo.

– Se eu aparecer depois da frase “a guerra começou” – disse o Ponto de Interrogação – é apenas uma pergunta, certo?

– Mas se eu aparecer no seu lugar – disse o Ponto de Exclamação – é uma certeza: “A guerra começou!”

– Olha nós aí de novo – disseram as Aspas.

– Pois eu estou presente desde o comecinho – disse o Travessão.

– Tem hora em que, para evitar conflitos, não basta um Ponto, nem uma Vírgula, é preciso os dois – disse o Ponto e Vírgula. – E aí entro eu.

– O melhor mesmo é nos chamarem para trazer paz – disse a Vírgula.

– Então, que nos usem direito! – disse o Ponto Final. E pôs fim à discussão. 
Conto de João Anzanello Carrascoza, ilustrado por Biry

A IMPORTÂNCIA DA VÍRGULA!!!!



Onde colocar a vírgula na seguinte frase?
Se o homem soubesse o valor que tem a mulher andaria de quatro à sua procura.

Se você for homem, colocará depois de ............................., mas se for mulher, depois de ......................




VAMOS APRENDER QUANDO USÁ-LA, PARA NÃO PAGAR MICO?


1 Marcar inversões da ordem direta
Quando a crise chegou, estavam desprevenidos. Embora achasse que não, disse que o amava. Depois da lua de mel, fugiu dele para não mais voltar.

Quando o adjunto adverbial for representado por uma só palavra, a vírgula é dispensável, a menos que se queira acentuar o valor do advérbio: Hoje vamos passear no bosque. Melancolicamente se despediram. (Ou: "Melancolicamente, se despediram" /"Melancolicamente, despediram-se".)

2 Marcar intercalações que interrompam a ordem natural da frase
Em explicações, retificações, ressalvas, continuações, aposições, vocativos, conclusões, inclusive oracionais: Aquele político, eterno candidato, se refugia na Câmara para não ir preso.

Nós, respondeu o representante da bancada da motosserra, daremos um jeito.
Deus meu, por que me abandonaste?

3 Marcar omissão do verbo já enunciado na oração anterior
Ele foi de primeira classe; ela, de terceira. (Foi.)
O marido gostava de balé; a mulher, de luta livre. (Gostava.)
Ou:
O marido gostava de balé, e a mulher, de luta livre.
Nota-se que no exemplo anterior justifica-se a vírgula antes da conjunção "e" porque ela une duas orações com sujeitos diferentes: marido e mulher.

4 Separar termos da mesma função em sequência, coordenados
Laranjas, limões, bananas; ladrões, traficantes, políticos; jogar, correr, disputar; primeiro, segundo, terceiro, quarto. A casa onde nasceu, a rua onde viveu, a cidade onde morreu. Ela deixou livros, discos, quadros, tapetes, saudades.

Mas não se usa vírgula antes do verbo, após o último elemento de uma série de núcleos de sujeito separados por vírgula: Os livros raros, os discos da coleção, os quadros antigos, os tapetes puídos, as lembranças amargas (sujeito) foram deixados pela amada que partia.

5 Sempre usar antes das conjuções coordenativa;, porque, embora, quando, se, logo que ...
Sairei , quando acabar o trabalho

6 Separar termos sem função sintática como - isto é, por exemplo, amém, assim seja, etc.



Proibição
1 Jamais se separa por vírgula o sujeito  do seu predicado..

Todos, gostam de  dinheiro,                        CREDO!!!!!!







Há orações que funcionam como sujeitos. Nem assim devem ser separadas do predicado verbal de que são sujeitos: Quem com ferro fere com ferro será ferido. O homem que lê vale mais. É absolutamente necessário que todos votemos melhor.


2 A vírgula jamais deve separar o verbo de seus complementos (grifados).
O Luís come empadinhas engorduradas todos os dias. O Edgard gostou muito daquela garota robusta.
Elas responderam a eles (compl.) que não voltariam (compl.). À mulher e aos filhos (compl.) ele disse que não voltaria mais (compl.).


Exercício 1
Corrija se necessário
1 O que ela mais queria, era voltar a ser amada.
2 Quem tem pressa, come cru.
3 Até os maus funcionários, ajudaram na tragédia.
4 Estapeada, voltou a outra face.
5 Depois de chorar, confessou, à mulher e aos filhos, que, nunca mais, faria aquilo.
6 Depois da fome, vem a miséria.
7 Os senadores, lamentavelmente, vão à breca.
8 Temos o dever de criar condições, para que, este grande país, cresça cada vez mais.
9 O melhor de tudo isso, é que deixamos de pagar a CPMF, com amor à pátria estremecida.
10 Como diz o velho ditado, quem não tem cão, caça com cachorro.



Exercício 2
Corrija, se necessário
1 Quem quiser se casar cedo, pode fazê-lo desde que tenha meios.
2 Depois dos Jogos Pan-Americanos o governo brasileiro entregou, ao governo cubano, os dois boxeadores fugitivos.
3 Os presidentes atual e anterior fazem, e fizeram no governo, o que criticavam, quando na oposição.
4 Se nunca tivesse visto aquela mulher não teria enlouquecido de amor.
5 Por causa da pressão popular o corrupto talvez seja cassado.
6 Houve muitos candidatos mas poucos foram eleitos.
7 Ele só escapará se o voto for secreto.
8 Se o voto for secreto ele poderá escapar.
9 Já se sabia que se o voto fosse secreto ele poderia escapar.
10 No princípio criou Deus o Céu e a Terra.



O QUE É A CRIATIVIDADE!!!!






Transa Gramatical

Este texto já foi atribuído ao Luís Fernando Veríssimo, ao Mário Prata e a muitos outros autores. Confesso que não sei quem é o autor, mas recebi-o por e-mail de um dos grupos de trocas de mensagens do Google. Repasso como recebi.

Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco - (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.

Redação:

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.
E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos.
O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice..
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.
Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e para justamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.
Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois.
Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo.
É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.
Nisso a porta abriu repentinamente.
Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício.
O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.
Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois.
Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.



DESCUBRA - O QUE FALTA NESTE TEXTO??????


 
 Sem nenhum tropeço, posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo, com sentido completo, como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento.
Trechos difíceis se resolvem com sinônimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o "P", "R" ou "F", ou o que quiser escolher. Podemos, em estilo corrente, repetir sempre um som ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?
Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.
DESCOBRIU????
ESTE TEXTO NÃO TEM A LETRA A!!!!! 

MAIS RADICAIS GREGOS

QUE PERIGO!!!!!!

PEDÓFILO

SEGUNDO OS RADICAIS GREGOS E DESMEMBRANDO-SE A PALAVRA, TEMOS:

PEDO (E) = CRIANÇA
FILO (IA) = AMIGO

ENTÃO UM PEDÓFILO SERIA O " AMIGO DA CRIANÇA".
COMO PODE UMA PALAVRA MUDAR TANTO?????

UM POUCO DE RADICAIS GREGOS

A etimologia da palavra economia indica a junção dos radicais gregos oykos (casa) e nomos (lei). Esta formatação etimológica sugere a organização e administração de determinado espaço social, que pode ser a casa-doméstica ou a casa-cidade ou até mesmo a casa-Terra.


Dos radicais gregos "geo" e "graphos", que significam terra e escrever, surgiu a palavra Geografia. Ela se define como uma ciência que abrange o estudo da superfície da Terra, a fim de descrever e analisar os fenômenos físicos, biológicos e humanos que acontecem na superfície do nosso planeta.



Utopia tem como significado mais comum a ideia de civilização ideal, imaginária, fantástica. Pode referir-se a uma cidade ou a um mundo, sendo possível tanto no futuro, quanto no presente, porém em um paralelo. A palavra foi cunhada a partir dos radicais gregos οὐ, "não" e τόπος, "lugar", portanto, o "não-lugar" ou "lugar que não existe".





A medicina ortomolecular visa o equilíbrio energético, metabólico e endócrino da pessoa. O termo ortomolecular provém de duas palavras gregas:
Orto= equilíbrio e
molecular = moléculas.

COMO SE FORMAM AS PALAVRAS EM PORTUGUÊS?

FALANDO SÉRIO, MUITO SÉRIO!




" DE TANTO VER TRIUNFAR AS NULIDADES, PROSPERAR A DESONRA, CRESCER A INJUSTIÇA, AGIGANTAREM-SE OS PODERES NAS MÃOS DOS MAUS, O HOMEM CHEGA A DESANIMAR-SE DA VIRTUDE, A RIR-SE DA HONRA, A TER VERGONHA DE SER HONESTO."
(Rui Barbosa - 1849-1923)

CONTINUA BEM ATUAL!!!!


 

QUE TAL LER E PENSAR??!!!

EM TEMPOS DE TÉRMINO, PARA NÓS BRASILEIROS, DE COPA DO MUNDO, VALE A PENA LER E REFLETIR SOBRE ESTE TEXTO DE TULIO MILAN.






AMOR DE PAI
EXPLIQUE PRO SEU FILHO QUE FUTEBOL É UM JOGO. NÃO POUPE CLICHÊS: A VIDA CONTINUA. DAQUI A QUATRO ANOS TEM MAIS.
ENSINE QUE A FRUSTRAÇÃO É PARCEIRA INEVITÁVEL E QUE NA DERROTA A GENTE APRENDE A CONVIVER COM O SOFRIMENTO.
DEIXE ELE FICAR TRISTE. NÃO É FEIO CHORAR.
CONVIDE ELE PARA ASSISTIR AO FIM DA COPA.
FAÇA PIPOCA.
ESCOLHA COM ELE UMA SEGUNDA SELEÇÃO PRA TORCER. FALE SOBRE ESFORÇO, VONTADE, LEALDADE E TRABALHO EM EQUIPE.
MOSTRE PRA ELE QUE, DENTRO DO GRUPO DA SELEÇÃO BRASILEIRA, NINGUÉM APONTOU O DEDO PARA O CULPADO DA VEZ. QUE OS JOGADORES PEDIRAM DESCULPAS, QUE A DOR NÃO FOI PRETEXTO PARA AGREDIR NINGUÉM.
E QUE ISSO, NA VIDA, TAMBÉM VALE.







ERA UMA VEZ......

ERA UMA VEZ 37 ALUNOS DE DIFERENTES TURMAS DO COLÉGIO SANTA TERESA DE JESUS  QUE RESOLVERAM, NUM  DIA BEM FRIO DE MAIO, VIAJAREM PARA AS MISSÕES, ESPECIFICAMENTE PARA SANTO ÂNGELO E AS RUÍNAS DE SÃO MIGUEL.


SAÍRAM DE ÔNIBUS, BEM CEDO. CLARO QUE HOUVE UM ATRASO DE "APENAS" 40 MIN, PORQUE UM GURI DECIDIU QUE PODIA DORMIR MAIS E SE ESQUECEU DOS OUTROS  36 QUE JÁ ESTAVAM ESPERANDO POR ELE.
TUDO BEM, QUER DIZER, MAIS OU MENOS, PORQUE A PROF. ENEIDA PROMETEU QUE IA ENCHÊ-LO A TABEFES PELO ATRASO.MAS LÁ SE FORAM ELES, FELIZES, CANTANDO E BRINCANDO DENTRO DO ÔNIBUS.
ATÉ ESQUECIDOS DO "INCIDENTE ATRASADÍSTICO".

CLARO QUE TODA ESTA ALEGRIA ERA CAPITANEADA POR PEDRO, O GARGANTA, QUE COM SEUS TRINADOS E SONS GUTURAIS CONSEGUIU TIRAR  TODO MUNDO DO SÉRIO, INCLUSIVE O MOTORISTA E A PROF. ADRIANA.
MAS BEM QUE O PEDRO PODIA IR SE APRESENTAR NO FAUSTÃO, LÁ NO "SE VIRA NOS TRINTA".


PASSARAM PELA CIDADE DE MATA, ONDE VIRAM E TOCARAM AS ÁRVORES FOSSILIZADAS.
SENTARAM NAS ÁRVORES PARA CONFERIR SE ERAM DE PEDRA MESMO, MAS ACABARAM É SE GELANDO!!!!
O PEDRO, OLHEM A CARA DELE, NÃO GOSTOU DE FICAR GELADO!


AO CHEGAREM EM SANTO ÂNGELO, VISITARAM A IGREJA, O MUSEU E A PRAÇA. BEM, AQUI ESTÃO ELES, NUMA FOTO PARA A POSTERIDADE.



DEPOIS DE MUITA VISITA À CIDADE, FORAM AO SÍTIO ARQUEOLÓGICO DE SÃO MIGUEL, ONDE CORRERAM, GRITARAM E, LÓGICO, SE INSTRUÍRAM MUITO.



CLARO QUE DEU DE TUDO NESTA EXCURSÃO, COMO GENTE QUERENDO SAIR PELA ENTRADA.......


TEVE GENTE QUERENDO SER O QUE NÃO É, ALÉM DE SER CORRIDO PELO DONO DO QUIOSQUE.......



TEVE GENTE QUE FUGIU DA CHUVA E PREFERIU SE ENTALAR.....







TEVE GENTE QUE NÃO DEU BOLA PARA A CHUVA....




TEVE GENTE QUE DEU PULO DE FELIZ AO CONHECER O LUGAR ONDE O RIO GRANDE COMEÇOU.....



TEVE GENTE QUE PARECE SAÍDA DE UM CARTÃO POSTAL.....




TEVE GENTE QUE PENSOU QUE ESTAVA  NA SÃO SILVESTRE.....









TEVE GENTE QUE NUNCA ABRIU MÃO DE UMA FOTO,,,,,,,




TEVE GENTE QUE SEMPRE ANDOU JUNTO.....




TEVE GENTE QUE PISOU NO CEMITÉRIO SEM SABER E DEPOIS ENJOOU NA VIAGEM.
SERÁ QUE ERA ALGUM MAU ESPÍRITO????.......




TEVE GENTE QUE ACHOU QUE ESTAVA NO ELENCO DA MALHAÇÃO.....




TEVE GENTE QUE FEZ QUESTÃO DE MOSTRAR QUE ESTAVA APAIXONADA.......



TEVE GENTE PINTADA COM PASTA DE DENTE......
E  NÃO SE SABE ATÉ AGORA QUEM FOI O PINTOR DE CORPOS!!!!!
 



QUANDO CHEGOU A  NOITE, O FRIO AUMENTOU TANTO QUE FORAM ASSISTIR AO ESPETÁCULO DE SOM E LUZ ENROLADOS NUM COBERTOR.
APESAR DISTO, FICARAM ENCANTADOS COM O "ESPETACULAR" SHOW, SEGUNDO A PROF. ADRIANA.



ESTA APRESENTAÇÃO  ACONTECE TODAS AS NOITES E CONTA COMO ESTA REDUÇÃO E SEUS MORADORES FORAM, PRATICAMENTE, DIZIMADOS PELOS PORTUGUESES E ESPANHÓIS DEVIDO AO NOVO ACORDO FIRMADO PELO TRATADO DE MADRI.
NADA MAIS RESTANDO A FAZER, VOLTARAM O "BICO" DO ÔNIBUS PARA LIVRAMENTO , NÃO SEM ANTES COMEREM UMA BELA DE UMA PIZZA.
ASSIM TERMINA A FELIZ HISTÓRIA DOS VIAJANTES  QUE TERÃO, COM CERTEZA, MUITAS NOVIDADES PARA CONTAR AOS AMIGOS E ATÉ PARA OS FILHOS!!!! 
ATÉ  A PRÓXIMA......

Alô concurseiros e vestibulandos!!!! DICAS - 30

OS AS DA LÍNGUA PORTUGUESA
AH!  INTERJEIÇÃO - EXPRESSA UM SENTIMENTO,DOR....
AH, QUE SAUDADES DAS FÉRIAS!!!!
A - ARTIGO DEFINIDO - APARECE NA FRENTE DE UM SUBSTANTIVO
A PROFESSORA EXPLICOU OS "AS".
A - PRONOME PESSOAL DO CASO OBLÍQUO - QUANDO ACEITAR A TROCA POR ELA
EU A VI NA ÚLTIMA AULA DE PORTUGUÊS.
(VI ELA)
A - PRONOME DEMONSTRATIVO - QUANDO ACEITAR A TROCA POR AQUELA
A QUE VI NA AULA, NÃO É MINHA CONHECIDA.
(AQUELA QUE VI...)
HÁ - VERBO HAVER - 3a PESSOA DO SINGULAR DO PRESENTE DO IND. - QUANDO INDICAR FATO PASSADO OU TIVER O SENTIDO DE EXISTIR
HÁ 1 MÊS TERMINARAM AS FÉRIAS.
(FAZ UM MÊS....)
HÁ MUITAS PESSOAS QUE ESTUDAM PORTUGUÊS.
(EXISTEM......
A - PREPOSIÇÃO - QUANDO APARECER NA FRENTE DE:
VERBOS
PALAVRAS MASCULINAS
DA PALAVRA UMA
PALAVRAS NO PLURAL
PRONOMES MASCULINOS EM GERAL
E
ENTRE PALAVRAS IGUAIS


Alô concurseiros e vestibulandos!!!! DICAS - 29

NÓS TEMOS TRÊS SESSÃO (ASSIM MESMO, NO SINGULAR)

1a)  SESSÃO
INDICA REUNIÃO.
PARA NÃO ESQUECER  = É UMA REUNIÃO DE  SSS


2a) CESSÃO
INDICA CEDER, ABRIR MÃO.

PARA NÃO ESQUECER = EDER
                                                         ESSÃO
MESMA LETRA!!!!


 

3a)  SEÇÃO
INDICA A PARTE DE UM TODO.

PARA NÃO ESQUECER = Ç PEGAR O RABINHO DA CEDILHA E LEMBRAR-SE DO SINAL DE DIVISÃO     _ e :



Alô concurseiros e vestibulandos!!!! DICAS - 28

NAS EXPRESSÕES:


DE SEGUNDA A SEXTA-FEIRA
DE SEGUNDA A SÁBADO
DE JANEIRO A JUNHO
DE 5a A 8a SÉRIE.... E ASSEMELHADOS

NÃO OCORRE CRASE, POIS O  A É APENAS PREPOSIÇÃO.



JÁ NA EXPRESSÃO

DA 5a À 8a SÉRIE

TEM CRASE, PORQUE ESTÃO PRESENTES O ARTIGO A - DA - E A PREPOSIÇÃO.
LOGO: SE ESTIVER PRESENTE O ARTIGO ANTES DO PRIMEIRO ELEMENTO, A CRASE É OBRIGATÓRIA.

CUIDADO, ISTO É PEGA RATÃO!!!!!!!






Alô concurseiros e vestibulandos!!!! DICAS - 27


A CRASE JAMAIS APARECE DIANTE DE UMA PALAVRA MASCULINA.

ESTOU A PÉ.
( É UM SUBSTANTIVO MASCULINO)

REFIRO-ME A ELE.
(ELE É UM PRONOME MASCULINO DO CASO RETO)

Alô concurseiros e vestibulandos!!!! DICAS - 26

VERBOS ESQUECER E LEMBRAR

REGRA DE REGÊNCIA VERBAL

SE ESTES VERBOS VIEREM ACOMPANHADOS DE PRONOME OBLÍQUO, EXIGEM PREPOSIÇÃO.

ESQUECI-ME DE FAZER O TRABALHO DE PORTUGUÊS.
A PROFESSORA LEMBROU-SE DE ELABORAR A PROVA.



QUANDO NÃO VIEREM ACOMPANHADOS DE PRONOME OBLÍQUO, NADA DE PREPOSIÇÃO.


ESQUECI O TRABALHO DE PORTUGUÊS.
A PROFESSORA LEMBROU O EPISÓDIO DA COLA.

VAMOS CAIR NO PORTUGUÊS?

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